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Essenciais, operadores se destacam pela versatilidade em meio à transformação digital, otimizando processos e resultados

Celebrado neste sábado, 07 de fevereiro, o Dia Nacional do Profissional Gráfico foi instituído em 1923 como uma forma de homenagear quem desempenha um papel fundamental na disseminação da informação, aliando tecnologia e sustentabilidade. Na Imprensa Oficial Graciliano Ramos, os operadores gráficos também se valem da criatividade para promover soluções em comunicação visual, sendo responsáveis pela confecção de materiais diversos, do livro ao cartão de visita.

E operar máquinas nunca foi tarefa simples. Os ajustes de papel e tinta são apenas parte da engrenagem que só termina com o acabamento, que consiste no corte, dobra e encadernação. Tudo é pensado conforme a necessidade do contratante, garantindo não só eficiência operacional, mas também, e principalmente, qualidade à impressão.

É certo que a revolução digital transformou a sociedade contemporânea. Não foi diferente com o trabalho gráfico, que, no entanto, permanece essencial frente a novas necessidades, como atesta o supervisor de produção gráfica da Imprensa Oficial, Lourenço Monte.

“Muita gente ainda prefere o livro ao tablet, apesar de todos nós sabermos que a digitalização é um caminho sem volta, considerando, entre outros aspectos, a questão ambiental. Mas não paramos no tempo. Prova disso é a publicação do Diário Oficial do Estado, desde o início da pandemia da Covid-19, apenas no meio eletrônico”, recorda o supervisor, destacando, ainda, a importância da capacitação em meio ao avanço da tecnologia.

Arlesson Vieira trabalha como gráfico há oito anos e não esconde o quão gratificante é atuar ‘no coração’ da gráfica do Governo de Alagoas. “Agradeço à Imprensa Oficial pela oportunidade que me foi dada lá atrás, em 2018. Trabalho no setor de gravação das chapas, onde acompanho todo o processo de produção, do pequeno ajuste ao controle de qualidade, porque técnica e tecnologia precisam caminhar juntas. É assim que transformamos a ideia em realidade”, afirma Vieira.

Outro que se orgulha de sua primeira e única profissão é Aguinaldo Gomes. “Devo tudo o que tenho ao meu trabalho. Posso dizer que sou gráfico desde adolescente, quando eu ainda estudava no Lar São Domingos. Já perdi as contas de quantos livros ajudei a fazer, e isso me enche de alegria”, conta Aguinaldo.

“Sou gráfico há mais de trinta anos. Sinto-me realizado por ter ajudado a materializar tantos projetos, a exemplo dos livros que foram vendidos na Bienal [Internacional do Livro de Alagoas], incentivando as pessoas a lerem cada vez mais”, reforça o colega de profissão Jaelson da Silva.

Agência Alagoas