ÚLTIMAS
Garis que trabalharam no São João Massayó participaram de café da manhã especialGoverno registra déficit primário de R$ 53,3 bi em maioSecretaria do Esporte lança maior edital de incentivo esportivo em AlagoasAtendimento na Secretaria de Fazenda funciona em horário especial nesta segunda-feira (29)Polo Jaraguá encerra programação do São João Massayó com sucesso de públicoSine Alagoas disponibiliza mais de 3 mil vagas de emprego esta semanaPorto Calvo terá Campus da Uneal com aulas previstas para o segundo semestre de 2026, anuncia governadorIlumina reforça fiscalização para coibir furtos de energia durante o São João MassayóPicPay e BRB são alvos de ação contra suposta fraude em folha do DFPrefeitura investe em tecnologia e amplia efetivo para garantir segurança no São João MassayóGaris que trabalharam no São João Massayó participaram de café da manhã especialGoverno registra déficit primário de R$ 53,3 bi em maioSecretaria do Esporte lança maior edital de incentivo esportivo em AlagoasAtendimento na Secretaria de Fazenda funciona em horário especial nesta segunda-feira (29)Polo Jaraguá encerra programação do São João Massayó com sucesso de públicoSine Alagoas disponibiliza mais de 3 mil vagas de emprego esta semanaPorto Calvo terá Campus da Uneal com aulas previstas para o segundo semestre de 2026, anuncia governadorIlumina reforça fiscalização para coibir furtos de energia durante o São João MassayóPicPay e BRB são alvos de ação contra suposta fraude em folha do DFPrefeitura investe em tecnologia e amplia efetivo para garantir segurança no São João Massayó

Ministra relatora argumentou falta de regulamentação da questão

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que as empresas aéreas não são obrigadas a transportar na cabine do avião animais de suporte emocional em voos nacionais e internacionais.

O caso foi decidido durante julgamento realizado nesta quarta-feira (14) pela Quarta Turma do STJ. Os detalhes do caso não foram divulgados porque o processo está em segredo de Justiça.

Animais de apoio emocional são aqueles que auxiliam pessoas com deficiência ou transtornos mentais. Conforme a decisão, diante da falta de lei específica, as companhias aéreas podem recusar o embarque de pets que não estejam nos padrões especificados pelas próprias empresas, como peso e altura.

Durante o julgamento, a ministra Maria Isabel Galotti, relatora do caso, disse que não é possível comparar o transporte de cães de suporte emocional e de cães-guia.

Para a ministra, a admissão de embarque de animais fora dos padrões estabelecidos pelas companhias coloca em risco a segurança dos voos e dos demais passageiros.

“Não há como comparar cães de suporte emocional, que não são regulamentados no Brasil, a cães-guia, os quais passam por longo e rigoroso treinamento, conseguem controlar suas necessidades fisiológicas, tem identificação própria, afim de dar suporte a pessoas com deficiência visual nos termos da lei”, afirmou.

O voto foi acompanhado por unanimidade.

Agência Brasil